Política de Defesa Cibernética do Brasil

O senador Esperidião Amin (PP-SC) destacou em Plenário, a decisão da Comissão de Relações Exteriores (CRE) de avaliar, durante o ano de 2019, a Política de Defesa Cibernética Brasileira, que está sob a alçada do Exército. A sugestão foi apresentada pelo próprio parlamentar no âmbito do colegiado e, segundo ele, será uma das prioridades de trabalho dos senadores. O Regimento do Senado prevê que, anualmente, cada comissão analise criticamente os resultados alcançados por até três políticas públicas conduzidas pelo governo federal.

Esperidião Amin lembrou que esse é um tema importante e diz respeito a questões muito atuais, como a guerra comercial entre Estados Unidos e China em relação à tecnologia 5G e o hackeamento e vazamento de informações nas redes sociais, incluindo o caso envolvendo o ministro da Justiça, Sergio Moro. No último domingo (9), o site de notícias The Intercept Brasil divulgou diálogos interceptados por meio de aplicativo de mensagens do então juiz com procuradores da República.

— Em vários países do mundo, o departamento ou o comando de guerra cibernética já é uma das quatro forças desses países. Exemplo: França, Alemanha. Lá existe Marinha, Exército, Aeronáutica e Guerra Cibernética, que é uma atividade transversal a todo governo, praticamente. Por isso diz respeito, de maneira generalizada, à segurança nacional — afirmou.

Origem: Agência Senado

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *